o anticristo ficou bonzinho

September 27th, 2007 by andrechaos

não que eu tivesse esperando muita coisa, mas que bela merda o show do marilyn manson ontem, hein rapaziada?

uma cacetada de músicas novas (todas ruins), pouca coisa antiga, NENHUMA música do portrait, uma banda fraca e sem pegada e o manson velhão e decadente, pagando de bom moço com a bandeira do brazil. pro caralho com isso!

sem falar na plateia repugnante. toneladas de afro-góticos, veadinhos da pior espécie, transexuais alucinados e emokids aos montes.

dos poucos momentos bons eu destaco a irresponsible hate anthem e dope show. essas duas ficaram beeeem fudidas ao vivo. mas só, de resto foi tudo burocratico…
foi bem mais divertido o rolê com os brodas e encontrar velhos conhecidos lá, do que o show em si.

por sorte nao paguei pra entrar (valeu mb!) e nem pra beber (valeu gigi!), do contrario eu teria ficado bem puto. pelo menos serviu pra atualizar o meu currículo de shows.

saudade total do show de 97, tour do antichrist, um show explosivo e apenas os reais na platéia.
bons tempos…

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shame on me, rock n roll!

September 24th, 2007 by andrechaos

saiu ontem (domingo, 23 de setembro) uma matéria do marco bezzi no jornal da tarde sobre essa nova onda do momento, que são as pequenas casas de shows aqui em são paulo bancarem a vinda de bandas internacionais não tão conhecidas, mas que têm seu público por aqui.pra fazer o texto, claro que ele conversou com os empresários e donos das casas, dando um panorama legal de como isso tem funcionado nos últimos tempos.
mas ele precisava também de algumas palavras de quem frequenta essas casas. então ele me chamou pra falar a respeito, ainda no calor do show do nashville pussy semana passada.

topei falar na boa e como ele precisava também de uma garota que tivesse ido ao show das donnas em agosto, indiquei a mell e ela também aceitou.
respondemos algumas perguntinhas e acabou nem saindo tanta coisa do que falamos, mas mesmo assim foi legal.
a matéria ficou boa e ainda por cima tive a oportunidade de colocar minha foto com chifrinhos num jornal de grande circulação do brasil. nada como passar vergonha outra vez em nome do roque!!!! (a primeira foi aqui)

tem um print da matéria aí embaixo (clica nela se quiser ver maior), e logo depois transcrição do texto.

matéria do jt

(clica aí em cima pra ver a matéria em tamanho maior!)

 

 

Fica logo ali na esquina

Casas de porte médio como Clash e Inferno se especializam em trazer atrações internacionais para seus palcos

MARCO BEZZI, marco.bezzi@grupoestado.com.br

Pareciam favas contadas. Era alguma banda gringa decidir tocar em locais menores no Brasil que as primeiras desconfianças surgiam: “Será que o som vai prestar?”, “A casa tem ar-condicionado?”, “O show vai atrasar quantas horas?”. E tanto os mais novos como os viúvos de casas como Aeroanta e Damashock sabem que um circuito saudável precisa mais do que apenas casas e arenas gigantescas para funcionar.

A fim de dar vazão para bandas que não teriam chance de encher um Via Funchal ou um Credicard Hall, produtores, donos de agências e músicos decidiram dar um basta na cultura que confundia independência com amadorismo. Duas casas que abriram suas portas recentemente, a Clash Club e o Inferno, demonstraram neste mês que é possível viabilizar sem mortos e feridos a vinda de artistas internacionais para tocar em locais que suportam 500, 600 pessoas.

Os shows das bandas The Donnas, New Model Army e Nashville Pussy, respectivamente na Clash e no Inferno, foram a prova definitiva de que o que funciona no exterior pode funcionar por aqui também. O dono da Clash, o jornalista e também proprietário da agência Circuito, André Barcinski, explica: “Cuido de tudo: visto de trabalho, passagens, estadia. Sempre que vou fechar com uma banda internacional tento trazer parceiros de outros estados e países, como Argentina e Chile, para os custos, especialmente os das passagens, serem abatidos. E tudo adiantado”. Passagens estas que acabam levando boa parte do orçamento. No caso do New Model Army, foram 9 Londres-São Paulo, São Paulo-Londres com trechos no patamar de 2 mil dólares.

Alessandro Padovano, um dos proprietários do clube Inferno, também quer profissionalizar cada vez mais a vinda de artistas gringos. “Foram 6 shows a U$ 2 mil cada que fechamos para a turnê do Nashville Pussy”, explica. Os tempos de tocar por cerveja e pizza já eram. “Artista que se propõe a fazer isso já demonstra que não tem nenhum profissionalismo”, afirma Barcinski.

Fabiana Batistela, uma das sócias da agência Inker - que viabilizou para o Brasil a vinda de bandas como Pixies, Weezer, MC5, Supergrass e Mudhoney - fala das principais dificuldades dos produtores e donos de casa no Brasil: “Uma dificuldade é a diferença de estilo de trabalho do brasileiro e do gringo. Brasileiro acha que pode resolver tudo de última hora, que tudo vai dar certo. Gringo gosta de tudo muito bem combinado e certinho, quanto mais cedo melhor”, fala.

É para não correr o risco de entrar numa roubada que Padovano pretende fazer do Inferno uma produtora de shows que realize da maneira mais profissional todos os trâmites necessários. Para este ano, ele promete em dezembro a apresentação de Jon Spencer. Para o ano que vem, além de armar um festival de bandas alternativas com outras casas, Padovano sonha em trazer o The Cramps, queridinhos de 11 entre 10 roqueiros antenados.

Já com know how conhecido, a Clash receberá o duo Digitalism - única atração que estava confirmado para o festival Nokia Trends, que foi adiado - no dia 6 de outubro. O thrash metal do Exodus em novembro e o hardcore do Less Than Jake para o ano que vem são apostas de Barcinski. Para tanto, conta com o senso profissional também dos gringos. “Uma banda como o Mudhoney está acostumada a viajar de van e de ônibus. Entende que cada caso é um caso. Já fui obrigado a reservar 15 quartos de hotel para uma banda brasileira que nem os usou. Tratar com artista nacional é muito mais difícil e custoso, por incrível que pareça”, lamenta Barcinski. Outro ponto fundamental para um evento ocorrer com sucesso é sua divulgação. A internet faz o seu papel. “Fico sabendo dos shows geralmente pela internet ou revistas alternativas”, diz a publicitária Mellina Kulike Passi, 22 anos.

Já o webdesigner André Motta, 22, vê na proximidade da banda uma das vantagens para se locomover a esses tipos de locais: “Geralmente os palcos são pequenos e o público fica perto da banda. Assim a energia é muito maior e os shows mais intensos”. Ponto para eles.

 

 

o bezzi ainda me deu um help e tirou incríveis 3 dos meus 25 anos.
não que eu me importe com isso, mas fica menos ridículo alguem de 22 anos aparecer no jornal com a aquela foto idiota, do que alguem de 25, certo?

mas então é isso.
valeu bezzi, valeu mell e principalmente: valeu roque, pelas vergonhas do dia a dia!!!!!!~^@#!!!

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gafes são legais, né?

September 21st, 2007 by andrechaos

eu não tinha pensando em nada pra postar aqui hoje, mas há poucos minutos aconteceu uma parada divertidíssima aqui no trabalho, então resolvi relatar.

aqui tem um sujeito chamado cláudio. ele é programador, e sempre está antenado com as mais modernas tecnologias desse mundo louco em que vivemos.

de uns tempos pra cá, ele anda numa vibe audiobooks. fica baixando livros e ouvindo no mp3 player.
então beleza, hoje quando voltei do almoço, rolou o seguinte diálogo.

cláudio: pô, baixei o audiobook novo do paulo coelho, mas veio todo corrompido.
eu: porra, se deu benzão, assim não precisa ouvir essa merda desgraçada.
cláudio: mas não era pra mim, é pra minha namorada. ela é cega e os livros do paulo coelho são uma das poucas coisas que a animam…
eu: ah…hmmm…errrr….aham….bom, mas é ruim mesmo assim.

claro que essa última frase eu falei só pra dar a última palavra no diálogo, se eu ficasse mudo seria ainda mais vexatório pra mim.

enquanto cogitava postar isso, me lembrei de outra gafe que protagonizei, há anos e anos.
eu estava na sexta série, e como de costume em qualquer escola, na semana de provas a gente saía mais cedo. num dia durante essa semana, os muleques resolveram se juntar pra jogar a novidade mais quente do momento: mortal kombat 2.

era a coqueluche do ano, todos só sabiam falar em fatalities, babalities e tudo mais.
pois bem, juntaram-se uns 10 muleques e fomos pra casa do SLOT, que era rigorosamente na rua de cima do colégio. eu estava na 6a A, mas haviam tbm alguns pivetes da 6a B, que eu não conhecia muito bem.

legal, chegamos lá, fizemos um sorteio ridiculo pra definir a ordem de quem jogaria e tudo mais.

começaram os duelos, quem ganhava tinha direito de permanecer. quem perdia, ia pra casa do caralho.
eis que chegou a vez do ricardo. ele era um dos garotos da 6a B, portanto eu o conhecia apenas de vista.
ele sentou pra jogar, e algo me chamou a atenção. já sentado, ele botou o joystick sobre a perna, e começou a jogar apenas com uma das mãos. ele mexia o direcional e apertava os botões com a mesma mão, então é óbvio que tomou uma surra de proporções nunca vistas antes.
e foi aí que eu entrei em ação.

eu: ô seu trouxa, pq é que vc não joga com as duas mãos?
geral sussurrando: shhhhhhh, caralho, pssssst, cala a boca, filho da puta!!!!
eu: que que foi, porra???!?!
geral sussurrando: ele tem epilepsia, o lado esquerdo do corpo dele é paralisado, seu idiota!
eu: : hmmmm, sei…..bom, mas eu sou o LIU KANG!!

escrevi meio na correria esse post, ainda no calor do momento da primeira gafe. como certamente eu vou lembrar de outras mais pra frente, posto numa outra oportunidade.

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there goes the neighbourhood

September 19th, 2007 by andrechaos

essa semana li num blog por aí um post falando sobre vizinhos.
comecei a lembrar sobre os que eu já tive, e resolvi escrever aqui, enquanto a inspiração pros novos relatos não volta.

mas por vizinhos, eu digo vizinhos mesmo. parede com parede. o cara que mora embaixo ou em cima, eu considero mais vizinho do que o que mora na outra ponta do seu andar, já que vc os afeta e é afetado muito mais por eles.

eu morei 9 anos num apartamento na aclimação, e lá a coisa era difícil.
isso pq nossos vizinhos de andar, eram uma família de coreanos. mas uma família realmente freak. eles fritavam NABOS com razoável frequencia. você ja sentiu o cheiro de NABO FRITO? se sim, sabe do que estou falando. se nunca sentiu, lembre-se de mim e desse post assim que isso acontecer com você, ok?

mas enfim, o pai era o dr. kim, um dentista bem sucedido e já com seus 50 e poucos anos. mas por causa do barulho da broca, ele foi ficando surdo.
então nos últimos tempos em que eles moraram lá, o velho metia a televisão no volume 84 pra ver filmes de madrugada. era uma delícia dormir ouvindo os diálogos dublados do corujão. fone de ouvido pra que, né?

a mulher era completamente inexpressiva, algo como a sun de lost. nao fede nem cheira.
mas o filho era bem problematico. ernesto, era o nome da peça.
desconfio que ele era meio retardado, pq nao me lembro de ve-lo com amigos na rua ou recebendo visitas. era filho unico e aparentemente passava os dias sozinho. pra piorar, o cretino era são paulino e travávamos uma batalha a cada palmeiras x são paulo. mas ele tinha uma atividade peculiar: jogar inocentes BOLAS DE GOLFE contra a minha parede.

isso. horas e horas e boladas de golfe na minha parede.
como eu era apenas um estudante e passava as tardes em casa, ouvia o tempo todo as marretadas que eram desferidas.
eu achava mesmo que ele era retardado e uma vez, não lembro exatamente como foi, mas tentei tirar uma onda com a cara dele e tomei uma surra astronomica. o china lutava karatê, ou algo assim, e acabou comigo em poucos segundos, senm qualquer possibilidade de defesa.

mas numa dessas vezes em que ele atirava as bolas na parede, eu e meu irmão resolvemos responder.
pegamos uma bola de tênis cada um, e começamos a jogar de volta, em direção ao apê dele.
então era uma porrada forte vindo de lá, e duas mais fracas vindas de cá. só que isso de forma e non stop, com horas e horas de provocação velada.

como éramos garotinhos juvenis e sem muita vivência, achamos que o bate-rebate só iria afetar nossos dois apartamentos.
mas embaixo, no quinto andar, morava o temido seu diogo. um velho desgraçado que era o terror da mulecada do prédio. ele exalava cachaça 24/7, gritava com geral e é provavelmente a pessoa mais mal encarada que eu já topei.
claro que depois de duas horas de uma guerra incessante, o velho ficou danado da cabeça e resolveu subir pra tirar satisfações.

ele esmurrou sem dó a porta dos chinas, e na sequencia a nossa.
eram socos muito servidos, de abalar a estrutura da porta mesmo. como minha mae nao tava em casa, nos cagamos de medo e resolvemos fingir que nao havia ninguem em casa. adolescentes sao muito idiotas. hahasudhfausd

acontece que a mãe do ernesto abriu a porta, e aí começou a treta. o velho urrava de forma inconsequente, e a submissa sun, sem argumentos, acusou a gente de começar.
então lá vieram a mãe china, o ernesto e o velho desgraçado baterem na minha porta.
e a gente lá dentro: “fudeu, caralho, e agora??!?!”

eu olhava pelo olho mágico e via a fúria do velho, se eu abrisse a porta era certeza de ser estrangulado sem cerimonia por ele.
e enquanto espiava o movimento do corredor, vi o elevador se abrindo, e minha mae chegando.
cansada, depois de um estafante dia de trabalho, ainda chega em casa e encontra os dois filhos idiotas metidos em confusão.

ela ficou puta, botou o velho pra correr, mandou os chinas entrarem na casa deles, e quando nos viu, falou um caminhão de bosta. não nos restou outra coisa a não ser ficar quietinhos ouvindo.

algum tempo depois, os chinas vazaram de lá, e entrou uma tiazona solteira, que eu posso jurar tratar-se de uma sapata. inclusive, ela parecia muito com a pam grier.
mas o lance é que ela fazia umas paradas de sentir energia, e falou que meus cd’s de roque eram carregados. fiquei puto.

enfim, 9 anos se passaram, e mudamos de prédio, mas no mesmo bairro da aclimação.
e aí não me lembro de nenhum problema envolvendo vizinhos. morei lá 5 anos e a convivência foi ótima.

saí desse apê em 2005 pra morar com a stephanie. inicialmente eu me mudei pro apartamento em que ela já morava na vila madalena.
ao que consta, ela nunca havia tido problemas com vizinhos até que eu cheguei.
pra comemorar que fomos morar juntos, resolvemos fazer uma festinha pros amigos. mas a festinha acabou ficando um pouco maior do que a gente previa, e num apartamento de pouco mais de 60 metros, estavam incríveis 45 pessoas bebendo, falando, dançando, pulando e fazendo sei lá mais o que.
claro que não demorou pros vizinhos sacarem o que tava rolando. até tentamos apazigua-los, convidando para a festa, mas eles nao se interessaram muito.

o resultado foram 5 reclamações pro condomínio e 3 ligações pra polícia reclamando da gente.
claro que os pm’s não fizeram nada, eles têm mais o que se preocupar. sobre as reclamações no condomínio, bom…também nao sei se deram em alguma coisa pq ficamos lá apenas um mês e meio. logo em seguida alugamos o apê em que moramos hoje.

no dia da mudança, o zelador do predio novo falou “o síndicio e o sub-síndico moram no mesmo andar que vocês”.
claro que pensei “legal, tomei no cu antes mesmo da primeira noite”.
e foi quase isso, pq no nosso segundo dia no predio, durante a arrumação da mudança, já recebemos uma carta dizendo que havíamos botado o lixo pra fora no horário errado.

com esse cartão de visitas a previsão foi ainda mais nebulosa. já imaginei brigas mil, pq eu não deixaria de dar festas em casa por ser vizinho do sindico.
e nos primeiros meses a gente realmente abusou. era festa atrás de festa. música, barulho, conversas e tudo isso até altas horas da madrugada.
pra minha surpresa, NUNCA recebemos uma só reclamação de barulho, e felizmente posso dizer que tenho praticamente os vizinhos dos sonhos. a moçada nao ta nem aí pra nossa música alta.

o único porém, é que um deles pira num EMÍLIO SANTIAGO todos os domingos, a partir das 8 da manhã….mas como a gente faz coisa muito pior, certamente a reclamação não vai partir do nosso lado….

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high as hell

September 16th, 2007 by andrechaos

post pra comentar o show do nashville pussy ontem, que eu achei bem do caralho.
encontrei o gasta no bar umas 22:30, tomamos algumas cervejas e lá pela meia noite chegamos no inferno.

pouca fila, mas entrando tava até mais cheio do que eu imaginava. acho que deu metade da lotação da casa.

começaram o show com um bom atraso, lá pela 01:40 da manhã.
mas valeu a espera.  começaram com pussy time e  aí  mandaram bala  principalmente nos sons do  high as hell  e do get some!, que pra mim são os dois melhores albuns deles.
performance animal da banda, principalmente a ruster, que bebeu pelo menos meia garrafa de jack daniels durante o show. brutal mesmo. e karen, que é assustadoramente parecida com a kat von d. impressionante.

do que eu queria ouvir ao vivo, só faltaram duas: lazy white boy e principalmente wrong side of the gun (essa, minha música preferida deles.).

mas essas duas ausencias foram compensadas na hora em que voltaram pro bis.
simplesmente pq subiram no palco tocando THE AGE OF PAMPARIUS do TURBONEGRO. fiquei maluco nessa hora, pq foi algo completamente inesperado pra mim. eles gravaram esse som pro tributo ao turbonebro (alpha motherfuckers, de 2001), mas não imaginei que tocassem ao vivo.
ainda no bis, tocaram you shook me all night long do ac/dc, antes de encerrar o show.

showzão, e mais uma banda adicionada pro meu currículo de bandas ao vivo.

nashville pussy em ação!

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go, motherfucker go!

September 14th, 2007 by andrechaos

fuckin' nashville pussyingresso comprado e cerveja gelando!
amanhã tem nashville pussy no inferno, direto de atlanta.

é roque pra caralho!!!~!^!^~@#!!!!!
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do guia da folha:

NASHVILLE PUSSY Os “cowboys do heavy metal” trazem diretamente de Atlanta (EUA) o show de seu disco “Get Some!” (06), onde altos riffs de guitarra, influenciados por AC/ DC, Lynyrd Skynyrd e Flamin’ Groovies, se juntam às performances de Ruyter e Karen, a metade feminina do grupo.

60 min. 18 anos.www.inferno club.com.br. Inferno Club (r. Augusta, 501, Consolação, região central, tel. 3120-4140). 500 lugares. 1h. Ingr.: R$ 80 (p/ estudantes e antecipado: R$ 50). Há desc. p/ site. CC: AE, D, M e V. Estac. (R$ 10 - convênio).A D

então nos vemos lá!

lml

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hoje é 11 de setembro e eu tô vivo

September 11th, 2007 by andrechaos

apesar do dia 11 de setembro não combinar com sinais de vida, aqui estou eu dando um.
faz mais de 10 dias que não posto aqui, e pode acreditar que eu me envergonho por isso. principalmente pq eu tenho metade de uma história já escrita, mas to completamente sem inspiração pra termina-la. total shame on me. é uma historia com todos os ingredientes que permeiam o que você já leu aqui. futebol, bebedeira, mulheres (dando fora em alguem), vexames e tudo mais.

peço mais um pouco de paciencia, ela vai sair e em breve estará aqui.

bom, já que loguei aqui pra escrever,  serei estupido o suficiente pra dizer o que eu tava fazendo no 11 de setembro de 2001.
na época eu trabalhava na credicard (palco de varias historias ja postadas), e minha mae me ligou apavorada, após ter visto o segundo avião bater na torre ao vivo.
ela dizia que eram cenas inacreditaveis, que parecia um filme e bla bla bla. como ela é exagerada, eu achei que fosse tudo super estimado da parte dela. e abri o internet pra ver o terra. aí me liguei que algo grande tinha mesmo acontecido.
ninguém trabalhou direito, só se falava nos aviões que bateram no wtc.

na hora do almoço corri na padoca pra ver as cenas e é inegavel que fiquei chocado, como todos.  aliás, confesso que até hoje fico assim ao ver as imagens dos aviões entrando nos predios. é meio tenso.

durante a tarde, convocaram uma reunião la no trampo, pq um dos acionistas da credicard, era o citibank. grande simbolo do capitalismo americano. como ninguem sabia direito o que tava rolando, acharam prudente nos dispensar e corri pra casa, onde fiquei vendo o datena até o fim da noite.

e veja como evoluí, 6 anos depois, ao invés de ver o datena, estou escrevendo num blog. hahahhaa

blah.

mas é isso, se alguem tiver lendo, contaí o que tava fazendo na hora dos ataques.
e de novo: logo teremos novas e empolgantes aventuras por aqui!

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